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8.5.14

Resenha #24 - Faça a vida valer a pena

Sinopse: Em 'Faça a vida valer a Pena', Max Lucado busca levar o leitor pelos caminhos da solidariedade e do amor ao próximo, eternizados nas mensagens de Jesus. O autor comemora com este livro 25 anos de carreira literária, fazendo sua pequena parte em prol da obra de Deus.

Com uma linguagem poética e diferenciada, Max Lucado (Meu autor preferido) nos leva a uma realidade que temos que aprender a viver. Ser solidário, amar o próximo, e ser como nosso mestre Jesus.

Neste livro é comemorado 25 anos de carreira de Lucado. Depois de "Graça'', esse tornou-se meu livro preferido, e pude perceber o quanto ainda sou falho em relação a esses assuntos.


O livro possui 16 capítulos, e cada capitulo tem um assunto diferente. Tentei selecionar meu capitulo diferente, porém é uma missão muito difícil. Todos os capítulos são realmente muito lindos e profundos, e transmitem verdades que muitas pessoas tentam ignorar.

Muitas pessoas dizem "A bíblia é chata", mas convido você a conhecer esse livro e ver o quanto você estava enganado. Os livros de Lucado são bem baratos, e diferentes da maioria de livros religiosos, e não, eles não se encaixam em ''Auto Ajuda".

Faça a vida valer a pena é uma obra difícil de não se amar, cada história, cada principio ensinado ficará para sempre em seu coração. Leia-o, e Faça a vida valer a pena.

30.4.14

Resenha #23 - Estilhaça-me e resultado do sorteio.

Após a leitura de uma das trilogias mais atuais e que vem dando o que falar desde 2012, posso dizer que Juliette só te envolve após total compenetração no livro. Quando comecei a ler não tive muito interesse e não me deixou ansiosa, até a página 100, onde tive que radicalmente mudar de opinião.

Sinopse: Ninguém sabe por que o toque de Juliette é letal, mas o Restabelecimento tem planos para ela. Planos para usá-la como arma. Mas Juliette tem seus planos. Após uma vida inteira sem liberdade, ela descobriu uma força para lutar contra todos pela primeira vez — e para obter um futuro com o único garoto que ela pensou que fosse perder para sempre. 

Autora: Tahereh Mafi
Editora: Novo Conceito
Edição: 2012
Páginas: 304

Como disse anteriormente o livro, a princípio, não foi atrativo, achei a personagem principal bem sem sal e fraca por ter aceitado naturalmente ou por culpa ir para um hospício e ficar sem contato com o mundo. Os relatos dela sobre sua vida antes da internação eram confusos sem o leitor tivesse diretamente a informação com o que levou a mesma estar presa neste lugar.

Até o momento em o sedutor Adam entre na história e ai sim comece a ficar bastante interessante #TeamAdam. Imagine você ficar 264 sem ter comunicação nenhuma com ninguém e do nada chega um boy magia que instantaneamente vira sua cabeça? Parabéns Mafi por trazer essa beleza para nossas vidas.

Durante o pouco tempo em que passam juntos, Juliette fica completamente agoniada por saber que não pode tocar nele em questão do seu "problema", já que particularmente vejo como uma solução para vários problemas reais, ou seja, ficar trancada com um cara lindo e sem poder tocar nele é judiação demais pra um ser humano só ou um monstro como ela se intitula

Uma das coisas mais agradáveis de ver é a ideia de poder ler junto com o que ela pensa transpassado pelo uso de linhas cortando o texto, isso faz com o que você se imagine na mente de Juliette, principalmente quando ela diz que não está louca uma das partes que mais gostei.


Entretanto, como falei anteriormente o tempo presa com o Adam foi curto e após isso chega o boy magia 2, não suportei, o Warner, onde o cara chega chegando e dá raiva do moço por toda a ação dele contra a bonita.

Juliette é doce e meiga chega a dar enjoo, como se pode notar logo no começo do livro, ela tem todo o poder de machucar quem quiser, porém ela não faz a mínima questão nem de se defender dos ataques externos por ser tão boa.

Warner tem um objetivo e vai fazer tudo o que for possível, usando Juliette é claro, para conseguir isso. Onde a torna apenas uma peça do seu jogo manipulador. Aceitando que classicamente temos o vilão que te inspira raiva e um pouco de admiração por lutar até o fim por sua causa e a bondade exagerada que é intrínseca a personagem principal, o livro tem todos os pontos para se tornar uma leitura super deliciosa e inspiradora.

Avalio com quatro oscars, pois ainda não aceitei muito bem a personalidade da Juliette, talvez se ela fosse um pouco mais revoltada como eu, com certeza me identificaria mais com a história. 
Resultado do Sorteio: 

Parabéns ao João Antônio, você tem 48 horas para enviar seu endereço completo para o email: hellen_gomes18@hotmail.com para validar o resultado.

E essa foi a primeira promoção, temos várias em mente, então não deixe de participar e seguir o blog.

Beijos, meus amores.



11.4.14

Conheça a Trilogia Wondla - Tony DiTerlizzi


Agora imagine que você está em um futuro muito distante e foi criado desde criança por um robô e que nunca saiu de casa, porém certo dia um monstro invade a sua casa subterrânea e você vai precisar sair de lá urgentemente - você não tem ideia de como é a superfície e nem tem conhecimento sobre as criaturas que vivem lá, certo que a sua robô treinou você para o dia que isso acontecesse. Então você foge pra superfície e descobre que nenhum desses treinamentos tem a ver com a realidade do solo. E agora tigre?

Você pode viver isso que eu contei lendo uma série incrível do Tony DiTerlizzi (Autor de Crônicas de SpiderWick), nessa série lemos a história de Eva Nove, tudo que eu contei acima faz parte da história desta
protagonista. Ao sair de casa, Eva se depara com uma realidade diferente, um mundo cheio de criaturas diferentes do que ela aprendeu com a sua Robô Mater.

Eva, não sabe porque mora no subterrâneo e porque é criada por uma robô. Ela não tem pais e nem amigos, e o sonho dela é conhecer um ser humano. Por esse motivo ela deseja muito sair de sua casa, o mundo lá fora parece tão divertido pelo que ela vê na televisão (apenas vídeos gravados), livros, etc...

Confesso que no inicio não fui muito com a cara de Eva, ela parecia mimada e chata, mas lembrei que ela tinha 12 anos e que nunca saiu de casa, que nunca viu um ser humano, que vive trancada, que tem uma mãe robô, é, ela tem os seus motivos e olhando por esse lado comecei a gostar de Eva. No decorrer da série ela foi se tornando madura e com a personalidade muito parecida com protagonistas de distopias. Valente e bela.

A série Wondla apresenta um mundo novo, cheio de criaturas inimagináveis, algumas simpáticas, outras não. A criatividade do autor me surpreendeu a cada página, o mundo que Eva descobre impressiona realmente o leitor. Ele foi tão criativo que criou comportamentos, animais, culturas, objetos e outras coisas que só a cabeça de um gênio poderia pensar.

O autor e ilustrador Tony DiTerlizzi caprichou em todas as
ilustrações. A sensação que eu tive foi de compreensão excelente da história. Poder ver o que ele via enquanto escrevia a história me transmitiu uma alegria tão grande, e realmente me senti dentro deste planeta misterioso chamado Orbona.

Os personagens me cativaram, e o meu preferido é Otto um urso d'água gigante que ajuda Eva em algumas missões, conhecemos também Andrilio o bff da Eva, Mater a sua mãe (chata) Robô, Eva é claro e muitas outras criaturas que no decorrer da história vão cumprindo seu papel de forma bem lenta.


Tudo que Eva deseja é encontrar humanos, para isso ela tem apenas um pedaço de um quadro que ela decidiu dar o nome de Wondla, e quando você descobre o que este quadro significa você se apaixona ainda mais a história. Uma dica é que este quadro se refere a uma obra muito amada e famosa hoje em dia, achei isso genial. 

Os três livros da trilogia: Em busca de Wondla, Um herói para Wondla, e A batalha por Wondla. Infelizmente o terceiro livro ainda não foi lançado. Inclusive estou pressionando a Editora Intrínseca para saber o dia do lançamento deste terceiro livro no Brasil. Editora que  parabenizo por fazer um incrível trabalho gráfico. Capa, páginas, diagramação etc... Tudo excelente!

A série de livros apresenta uma ferramenta muito legal, se você põem algumas páginas especificas em frente a web cam e acessa o site do livro, poderás ouvir sons, e ver essas imagens animadas. Me diverti muito ouvindo os sons do novo mundo encontrado por Eva, a realidade virtual é apaixonante.

De leitura rápida, Wondla é contado em terceira pessoa. Os livros te prendem, de modo que você que sempre descobrir o que acontece na página a seguir, quem já leu Joseph Campbell vai reconhecer as características da jornada do herói. Wondla,uma trilogia perfeita e imperdível, que vai tirar seu fôlego e inspirar muitos sonhos.



9.4.14

#20 Resenha - Nem te conto, João.

Sinopse: 'Nem te conto, João' é a nova novela de Dalton Trevisan. Montada pelo autor a partir de ideias e excertos de contos que foram publicados em outros livros seus, a novela, mostra a relação entre João, um experiente dentista de classe média alta, e Mariazinha, uma garota virgem (mas cheia de libido) que conta a ele suas histórias.

 Gênero: Novela
Autor: Dalton Trevisan
Edição/Ano: 1/2011
Páginas: 144

Enquanto esperava meu irmão chegar para minha formatura, vagava pelo aeroporto e sem nada para fazer resolvi comprar um livro bem bacana para passar o tempo, a indicação foi do próprio vendedor da loja ao qual passei uns 30 minutos conversando sobre a série Divergente, muito divertido por sinal.

Por ser um livro Pocket normalmente a leitura é rápida, mas nesse caso o autor recheou de informações e formas complexas de entender, ai meu irmão chegou e eu tive que deixar para depois da festa de formatura a continuação da leitura e valeu a pena ter lido.

Em suma, Maria é uma personagem bem peculiar, garota simples, veio do campo e tem sonhos pequenos, digamos assim, ela deseja se casar com um homem rico, não precisar estudar (ela faz o que chamamos de EJA, ou na época Supletivo pra Adultos) para mais nada nessa vida e ter tudo de bandeja a seus pés.

E dentro desse rumo, ela é noiva de um Sargento e ele é um "caos" na vida dela, eles brigam como cão e gato, mas ela não vive sem ele além de nessa trama ter o João, que é o confidente e nas horas vagas o amante dela, ambos tiram vantagens dessa relação, ela pede dinheiro pra ele sempre para comprar o que ele chama de "bobagens".

No meio desse circo armado onde ela diz que não vive sem o noivo, mas não larga o João, ela arruma um emprego e começa a arrumar outros caras, porém ledo engano de que esse emprego é uma brincadeira, ela realmente leva a sério o emprego de vendedora de porta em porta, ou melhor, o emprego de vendedora de pracinha, o local mais visitado da cidade.

Sobre esse livro, além de uma leitura confusa e um tanto quanto pesada para alguns, deve se ter atenção na leitura, o Dalton usou bastante de nomes coloquiais e separa muito os diálogos dela com o João, que são os únicos personagens que aparecem no livro, fazendo seja lá o que for.

O curioso na personalidade da Maria é que ela é verdadeira e humilde, com tudo tem uma voracidade em querer ser alguém para sociedade da época em que mulheres eram menosprezadas, algo nela demonstra um crescimento ao longo do livro em que ela passa de moça do campo, para "mulher de negócios",
outro ponto importante é que ela é virgem e não beija na boca, como ela mesmo diz: "Eu não gosto de beijar!".
 
Minha avaliação são quatro oscars, pois ele devia ter explorado melhor a personalidade dos outros personagens, sem ser pela visão da Maria e do João que apenas opinava na vida dela dando conselhos enquanto ela contava suas histórias.
 

É um boa leitura para quem tem a mente aberta a linha erótica (mesmo sendo considerado uma Novela, o erotismo anda solto pelo livro como se pode ver na contra-capa) e sai da mesmice de 50 tons que gerou vários filhos pós-lançamento.


Beijos gente e até a próxima. ♥


8.4.14

#19 Resenha - O Motivo - Trilogia Mundo em Caos.

Sinopse: Todd Hewitt é um garoto de doze anos, o último menino de Prentisstown, uma cidade de homens. Ele vive em um mundo cheio de "ruído" em que os pensamentos privados de todo homem e animal são audíveis. Em um mês ele estará com treze anos e será um homem. Mas a cidade está mantendo segredos para ele, segredos que vão forçá-lo a fugir do prefeito e dos homens de Prentisstown junto com seu cachorro e a primeira garota que ele já conheceu. A cada página, o leitor ficará cada vez mais ligado a Todd e Viola, com sua história de amizade, e sentirá afeição genuína por Manchee, cão e ajudante de Todd, cujo comportamento é hilário e comovente. Na sua essência, é uma história sobre um garoto forçado a crescer rapidamente em um mundo de ruínas em loucura e armado apenas com sua convicção de fazer a coisa certa para ajudá-lo a sobreviver. Todd vive em um mundo onde um germe matou todas as mulheres, um germe que deixou os homens loucos, o germe que significou o fim dos spackles quando a loucura dos homens colocou as mãos numa arma.
Editora: Pandorga
Ano: 2011
Edição: 1
Tradutor: Marcelle Barros Soares 
Páginas: 438

Uma obra distópica, original, criativa e impressionante. O que mais eu poderia falar desta obra?
O motivo é o primeiro livro da Série ''Mundo em Caos'', e que primeiro livro, hein?!? Nele lemos a história de Todd, um garoto que mora em uma cidade onde um homem vira adulto com 13 anos.  Nessa cidade existe algo chamado ''ruído''. Cada homem pode ouvir o pensamento do outro, por isso Todd sai todos os dias com seu cachorro (que é hilário) para um bosque, lá ele encontrou refugio, ele pode se esconder de todos esses ruídos que ele acha pertubador.

 Depois de uma guerra todas as mulheres morreram, e restaram apenas homens nessa cidade. Imagine você pode ouvir, ler o pensamento e sentir emoções de todas as pessoas  em alto e bom som a qualquer distância que você estiver? 

Certo dia, Todd vai cumprir sua rotina e vai até o bosque, porém ao chegar lá encontra um grande silêncio. Seus pais descobrem e agora Todd vai ter que correr para longe desta cidade idiota e fedorenta, como ele prefere chamar.

O mais inteligente deste livro é como o autor decidiu apresentar todo esse caos, a imagem abaixo mostra uma das páginas do livro, onde Todd conta como se sente na cidade.

Em ritmo perfeito, e com uma linguagem diferente (já, já vou explicar)
 O motivo me levou a desejar rapidamente o segundo livro da série: "A missão".

Perdi o fôlego em muitas partes do livro, não sei como pode dar tanta coisa errada em uma sociedade. Eu pude sentir a angustia dos protagonistas em muitos momentos, e em certa parte isso é bom, pois nos sentimos dentro do livro.  Achei genial a escrita Coloquial que foi utilizada em alguns trechos do livro. Todd, é analfabeto, então o autor decidiu representar trocando algumas palavras, por exemplo: Cemitério, por cimitério; demais, por dimais; Dizendo, por dizeno.

Meu personagem preferido foi o Manchee, o cachorro do Todd. Ele não ajuda em muita coisa, mas é tão engraçado e não tem como não ama-lo. 

Leia este livro e você não irá arrepender-se, mas se tem uma coisa que preciso reclamar é sobre a forma como a Editora Pandorgas resolveu trazer este livro as nossas terras tupiniquins; O nome do livro
originalmente é: The knife of never letting go, e a tradução do nome para "O motivo", é um dos motivos da minha reclamação nesta resenha. Quando você lê uma obra,  o nome que o autor escolhe representa o livro melhor que nada! E essa tradução, sinceramente, está podre.

The Knife of neve letting Go, contém uma capa linda, ela representa a obra de uma forma excelente. Agora, percebam a diferença de capa de um livro para o outro. Poxa, Pandorgas, cadê criatividade? 

Enviei a minha opinião e perguntei a editora o motivo desses erros tão graves, e a resposta foi a seguinte: Oi, , tudo bem? A adaptação do livro foi aprovada tanto pelo autor quanto pela editora britânica Walker Books, mas s iremos levar em consideração a sua opinião. Inclusive planejamos uma nova edição e capa para depois do filme! Quando uma obra é traduzida, é normal que sofra algumas mudanças para se adaptar ao público.
E sim, este livro vai virar filme! E a produtora é nada mais, nada menos que Lionsgate, estou louco pelo segundo livro "A missão" e pelo filme.


#18 - Resenha Ela disse, Ele disse - O namoro

Antes de mais nada, bem-vindos ao retorno deste que na verdade nunca deixou de ser um blog. Estou entrando em parceria com o queridíssimo André Cavalcante, que fez esta maravilha andar e criou uma bela roupagem para esse "novo" produto.

Bom, a princípio pra quem não me conhece, me chamo Helen Gomes, sou bióloga por formação e amante dos livros desde que me entendo por gente, não tenho restrições a leitura, mas também não tenham restrições a mim neste blog, já que digo o que me vem a mente sem pensar duas vezes.

Mas a pergunta que fica é o que uma bióloga é capaz de escrever além de artigos científicos? Bom, eu também sou versátil e participo de grupos de ajuda para leitura (mentira).

Em suma, sou divertida, temperamental e amo ler e escrever, por isso começo falando de um dos livros que provavelmente a maioria (ou não) já devem conhecer:

Livro - Ela Disse, Ele Disse: O Namoro
Leo e Rosa estão de volta e vão mostrar que namorar é bom, mas nada fácil! Que nem sempre amar rima com concordar. E no livro, em cada história, Leo e Rosa dão a sua própria versão. E adivinha quem acompanha os rolos no dia a dia dos dois adolescentes? A Turma da Mônica Jovem! Monica e Cebolinha, tal qual Leo e Rosa, comentam as cenas, comuns a todo casal de namorados. Leo fala sobre as mudanças de humor de Rosa, enquanto Rosa fala sobre a falta de sensibilidade de Leo. Ela Disse, Ele Disse: O Namoro alia o carisma dos textos da autora Thalita Rebouças com os personagens tão queridos Mônica e Cebolinha Jovens, uma combinação para cair no gosto do público juvenil. 
Autores: Thalita Rebouças e Maurício de Souza ♥
Nº de Páginas: 144
Ano/Edição: 1/2013
Editora: Rocco

Nesse 'conto de fadas' adolescente, Thalita já havia escrito anteriormente a história de Leo e Rosa, que são diferentes, sendo ela extrovertida demais e ele introvertido formando uma densidade perfeita entre o casal.

Durante essa nova roupagem do livro, o Maurício resolveu incluir seus personagens, já quase adultos, desses personagens os que estão no livro são a Mônica e o Cebola (que perdeu seu apelido no diminutivo, conforme as HQs da turma jovem mostram), além da Magali e o Cascão, fieis escudeiros do respectivo e atual casal.

De uma forma bem doce eles veem o crescimento de Leo e Rosa, suas brigas, seus problemas e se incluindo nas situações que todo adolescente de quinze à dezessete tem e fazendo disso um modo mais ousado e divertido de leitura, deixando com que o livro fique com a cara mais teen ainda. E ainda trazendo numa leitura curta, pros mais novos e densa pros mais velhos alguns complexos que ainda temos na vida adulta sem deixar o bom humor e agressividade apresentados nas páginas dos gibis.

A mistura de ambos deu uma cara diferente sem tirar o resultado final sobre o que acontece entre Leo e Rosa e seus conflitos e brigas que são a principal questão-chave do livro onde há exigências e cobranças de ambos os lados, sem a parte da via de mão dupla, onde cada um escolhe seus interesses e define que aqueles são os melhores para o casal.

Para você que gosta de livros únicos e sem ter que acompanhar séries, esse é um bom infanto-juvenil apresentado pelos autores.
Na minha avaliação, a nota que dou para ele é 5 oscars, pois voltaria a ler e ainda guardo na minha coleção.
Boa leitura e até a próxima, beijos à todos.

 

#17 - Resenha Divergente

Gente, antes de tudo peço perdão! Abandonei o blog por um mês, foi um mês de tortura pra mim! Meu computador infelizmente morreu, até tentei atualizar mas não consegui. Mas o que adianta chorar pelo leite derramado? Eu li muitos livros nesse mês, então vou correr para atualizar o blog! Primeiramente quero agradecer ao Glauber lá do Mundo Distópico. Grupo do Facebook que reúne fãs de distopias; se você ama o tema corre pra lá! E hoje, escolhi o melhor do meu mês - Divergente. Porque será, né? <3

Sinopse: "Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive."

Autor: Veronica Roth
Nº de páginas: 502
Ano Edição: 2012
Editora: Rocco
Tradutor: Lucas Peterson
Levantar questionamentos, mostrar uma realidade e tratar de assuntos polêmicos como: política, fome, corrupção, guerra... fazem parte de qualquer distopia que vemos por ai, o livro Divergente, cumpre seu papel com excelência! Divergente conta a História de Beatrice, uma jovem que completou 16 anos, e agora terá que escolher em que facção passará o resto de suas vidas: Abnegação, Franqueza, Audácia, Amizade ou Erudição são as opções. Cada facção remete o estilo de vida da pessoa que faz parte. Os membros das facções trabalham em cada setor da sociedade a anos, de forma organizada e dando o seu melhor. Por exemplo: Os membros da erudição são pessoas dedicadas a livros, ciência e educação. Então essa parte da sociedade é comandada por eles. Nenhuma facção se intromete na vida da outra, porém uma precisa da outra para manter a sociedade em harmonia.

Beatrice nasceu na Abnegação. A abnegação é a facção mais simples de todas, as pessoas de lá vivem para as outras pessoas. A alimentação é simples, as roupas são simples e cinzas, não existe vaidade na abnegação. Todos da abnegação são pessoas que abrem mão de tudo que tem para ajudar ao próximo. São pessoas extremamente caridosas e afetuosas.

Nessa forma de organização em Chicago, cada jovem que completa 16 anos pode escolher a qual facção pertencerá a vida inteira depois de passar por um teste de aptidão. Beatrice faz o teste e descobre um resultado inesperado, que é sinonimo de morte: Ela é Divergente, ou seja, não tem uma facção definida.
Se ela não escolher por nenhuma, será uma sem facção. Os sem facção são pessoas rejeitadas pela sociedade, passam fome, e morrem fácil. Mas, os divergentes são pessoas banidas e perseguidas por qualquer facção, tanto que as máquinas, testes, desafios, sempre são vistos por algumas pessoas que só querem descobrir o Divergente para mata-lo. Porém ela surpreende a todos escolhendo uma facção, mesmo com questionamentos, amor a família, etc...

O livro é surpreendente e aborda temas essenciais numa distopia. Verônica Roth é realmente muito criativa, a parte das facções me impressionaram de uma forma, que após terminar o livro eu ficava pensando: Qual facção eu pertenceria se fosse um personagem do livro? (Fiz até um teste para saber hahaha). Diferente da nossa amada Suzanne Collins, Verônica mostra o seu potencial descrevendo com excelência da facção. Mostrando a cultura, comportamento e caráter. Apenas a facção da Amizade não é descrita totalmente, porém o que é dito já nos dá uma dica do que veremos no próximo livro. A facção da Amizade será melhor mostrada.

Verônica se mostra muito desprendida de personagens, e os assassina com uma facilidade que choca. Ela descreve as cenas de ação, sentimentos, e os ambientes perfeitamente. O livro mostra uma dúvida: O que aconteceu com Chicago para ser assim? Eu gostaria muito que essa dúvida fosse sanada de um jeito mais completo, o livro mostra de forma superficial o motivo.

O livro é contato em primeira pessoa por Beatrice, não tem como não ama-la. Ela é uma personagem com sentimentos inconstantes. Vemos mais uma vez uma garota protagonista de uma distopia, elas fazem mais sucesso? Tem mais a ver? Não sei dizer. O livro é contado por ela de uma forma meio robotizada no inicio, porém isso passa e a autora foca mais nos sentimentos e o ponto de vista de Tris da sociedade, de Quatro, o seu namoro misterioso.

Esse livro é o primeiro de uma trilogia, o segundo já lançou no Brasil e se chama Insurgente, e o Terceiro: Convergente. Divergente também será lançado como filme em abril 2014, você pode ver o trailer abaixo.






6.12.13

#16 Resenha - Escrito nas estrelas

Sinopse: Lara Cameron é uma mulher moderna e visionária que, durante toda sua vida, trabalhou arduamente para erguer a Cameron Enterprises, um verdadeiro império no ramo imobiliário. Usando sua grande inteligência e capacidade de identificar as pessoas certas para ajudá-la a ultrapassar cada obstáculo, ela se tornou uma rainha em um universo tradicionalmente dominado por homens, conquistando assim fortuna e renome além de qualquer expectativa. Porém, um presente de glórias e sucesso oculta um passado sombrio e repleto de monstros que ameaçam retornar e destruir tudo que Lara construiu. Alguém planeja uma vingança que, se bem-sucedida, fará com que Lara perca não só sua reputação, como também o controle de seu império, ao qual ela dedicou toda a sua vida e muito de sua própria alma.
Autor: Sidney Sheldon
Editora: Record
Ano: 1992
Páginas: 414

Lara Cameron vem de uma humilde família de Glace Bay, Nova Escócia. A mãe morreu em seu parto o que fez com que ela crescesse sendo desprezada pelo pai. Já seu pai era o homem responsável por cobrar o aluguel da pensão onde viviam, o que garantia a ele e a filha uma moradia. Gastava sua vida com bebidas, bordéis.. até o dia em que adoeceu. Preocupada com a saúde do pai e com o que aconteceria caso ele não mais pudesse trabalhar, Lara resolve assumir o seu lugar cobrando os aluguéis. No início não era levada a sério por ninguém, inclusive por seu pai a quem ela tanto amava mas também odiava; Esta iniciativa despertou em Lara o interesse pelos negócios, o que impulsionou sua carreira de Incorporadora Mobiliária. Decidida a crescer, Lara se muda com o intuito de construir seu império. O fato de ter nascido em uma cidade pequena e ter escolhido uma área mais acessível para homens não a impede de se tornar grande. Formou seu império construindo prédios imponentes por todo o país, tornando-se uma mulher rica, poderosa e muito bem sucedida. No meio de tudo isso Lara conhece o magnífico pianista Philip Adler, por quem se apaixona profundamente e é correspondida. Porém Lara acaba se envolvendo com pessoas perigosas, pessoas que a invejam e desejam o seu fim e ela precisa lutar para que seu Império não venha a decair.

Se tivesse que comparar Lara a uma outra personagem, eu a compararia com Miranda de "O diabo veste prada". Ambas carregam em si aquele quê de poder, convicção e autoridade. Não é atoa que Lara é chamada de "A borboleta de ferro". 

Sempre ouvi muito falar no Sidney e em suas maravilhosas obras, demorei demais para procurar conhecer e me arrependo pela demora. Apesar de Escrito nas estrelas ter sido até agora o único que li posso dizer que já está incluído como escritor preferido em minha lista. A história abrange uma narrativa da qual foge do que costumo ler, não gira somente em torno do romance, tem o intuito em te fazer aflito até o final. Além de tudo o leitor é exposto ao mundo dos negócios de uma maneira muito sublime. Sidney tem o dom de surpreender, isso eu garanto. Ao final você chega a duvidar da protagonista se perguntando "Seria Lara Cameron capaz de fazer isso?" Uma história pra lá de envolvente, sublime e misteriosa, com um fim inesperado!

22.11.13

#15 Resenha - Deslembrança

Sinopse: Quando London Lane recosta a cabeça no travesseiro à noite e dorme, cada mínimo detalhe do dia que passou desaparece de sua memória. Pela manhã, restam-lhe apenas lembranças do futuro: pessoas e acontecimentos que ainda estão por vir. Para conseguir manter uma rotina minimamente normal, London escreve bilhetes para si própria e recorre à sempre fiel melhor amiga. Já acostumada a tudo isso, ela tenta encarar a perda de memória mais como uma fatalidade do que como uma limitação. As coisas começam a se complicar com a chegada de um garoto novo no colégio, Luke Henry. Os dois se apaixonam e começam a namorar, mas misteriosamente London não consegue enxergá-lo no seu futuro. Dessa forma, todo dia é como se o conhecesse pela primeira vez. Quando conturbadas imagens de um funeral invadem sua mente, London percebe que é hora de começar a decifrar passado esquecido, para conseguir mudar o futuro que a assombra. Sem saber de quem é o funeral, ela vai acabar esbarrando em segredos da família que seriam melhor não serem revelados.

Autor: Cat Patrick
Editora: Intrínseca
Páginas: 256
Ano: 2012


London Lane mora com a mãe e é aparentemente normal; vai à escola, tem uma melhor amiga e até um namorado. Só que de normal, ela só tem isso. London esquece tudo o que viveu no dia transcorrido e só consegue lembrar do que aconteceu através de bilhetes que ela mesma faz antes de dormir. Nestes bilhetes ela anota tudo considerável importante para que nos dias seguintes não cometa nenhum erro. As únicas pessoas que sabem de sua “deficiência” são sua mãe e sua melhor amiga, Jamie.
Como se já não fosse ruim o suficiente não conseguir guardar os melhores momentos de sua vida intactos na memória, London ainda convive com o mesmo pesadelo a perseguindo todas as noites e que a leva a ter grandes descobertas; um enterro que ela não consegue de jeito nenhum distinguir de quem seja e que pode ainda estar para acontecer. Sim, ela consegue ver fragmentos do futuro - coisas boas, e outras nem tanto.
Bom, eu tinha muito interesse por esse livro desde que li seu título e sinopse, e uma coisa que ficou em minha cabeça durante toda a leitura foi: como London ia para escola normalmente com zilhões de matérias e coisas a se gravar/aprender se no outro dia ela já esquece tudo? Ela não anotava isso nos bilhetes e mesmo que anotasse, como gravaria? Não, impossível. Achei esta questão meio desorganizada.
O livro é narrado em 1° pessoa, tem uma ótima diagramação e capa linda!
A autora deixou o final muito em aberto, e em minha opinão"Deslembrança" teria totais condições em ter uma continuação. Eu tinha grandes expectativas com esse livro e não foi exatamente como imaginava, porém gostei bastante da protagonista principal que se mostrou forte em todo o momento.
Não posso dizer se gostei ou desgostei, arrisque-se na leitura se quiser, e até logo ☺



4.11.13

#14 Resenha - O lado bom da vida

Sinopse: Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados".
Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.
À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que "é melhor ser gentil que ter razão" e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez.
Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.
Autor: Quick Matthew
Editora: Intrínseca
Páginas: 256
Gênero: Literatura Estrangeira / Romance

A história é narrada por Pat Peoples, protagonista de 30 anos, desempregado que mora com os pais e que foi internado numa clínica psiquiátrica (ou o lugar ruim, segundo ele).
Pat não se lembra de quanto tempo se passou enquanto esteve isolado do mundo, e muito menos o que aconteceu para fazê-lo ser internado, a única coisa a que ele se agarra com unhas e dentes é a ideia de reconquistar sua esposa Nikki, que acredita ele, quis que ficassem por um tempo separados.
Jeanie, a mãe, resolve tirar Pat "do lugar ruim" mesmo que ele ainda esteja mentalmente perturbado.  Esse retorno não é fácil. Seu pai, Patrick, se recusa a falar com ele e todos evitam comentar sobre os acontecimentos do passado, que resultaram na sua internação. Pat se vê obrigado a reorganizar sua vida começando a ler, malhando e enxergando sempre o lado bom das coisas.
Tiffany, irmã da esposa de um dos amigos de Pat, também sofreu/sofre de problemas psicológicos e de uma forma estranha, se torna amiga de Pat. Porém, esta amizade tem sua cota de altos e baixos mas, ao mesmo tempo, ela parece ser a única que verdadeiramente entende Pat.
No mínimo um quarto do livro é dedicado aos jogos -até porque coisas importantes acontecem durante eles- se passando em estádios (antes, durante e/ou depois de uma partida). Fora isso, o tema é bastante exagerado no resto do livro também, com a família assistindo jogos, brigando ou simplesmente conversando sobre isto. Isso ao meu ver deixou a leitura meio exaustiva e lenta.
Mesmo eu tendo uma queda por personagens "coitadinhos" como Pat (ou o Charlie de As vantagens de ser invisível), para mim Tiffany é a personagem mais legal do livro - manipuladora, honesta ao ponto de causar desconforto e se irrita com extrema facilidade -, quanto ao final, me pareceu meio abrupto, como se o autor tivesse pressa em terminá-lo, mas em um todo eu gostei do livro. É uma leitura gostosa e até engraçada -pelo fato de ser narrada pelo protagonista ficamos a maior parte do tempo tão expostos quanto ele-, romântica e muito sensível.
De 5 estrelas digamos que eu daria... 3!


30.10.13

#13 Resenha - O céu está em todo lugar

Sinopse: Às vezes é preciso perder tudo, para encontrar a si mesmo...
Lennie Walker, obcecada por livros e música, tocava clarinete e vivia de forma segura e feliz, à sombra de sua brilhante irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre de forma abrupta, Lennie é lançada ao centro de sua própria vida, e, apesar de não ter nenhum histórico com rapazes, ela se vê, subitamente, lutando para encontrar o equilíbrio entre dois: um deles a tira da tristeza, o outro a consola.
O romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie, para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda, é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível.
"É romântico sem ser meloso e leva às lágrimas sem ser exagerado – o que mais o leitor pode querer?"
Autor: Jandy Nelson
Editora: Novo Conceito
Gênero: Literatura Estrangeira / Romance



Eu demorei bastante pra tentar fazer uma resenha desse livro, com toda certeza é o mais emocionante que já li por isso não sabia muito bem por onde começar (e talvez por isso a resenha seja longa). Minha paixão por ele veio através do título -simplesmente por conter “céu”-, logo quando pude tê-lo em minhas mãos percebi o bem que tinha feito comprando-o. É repleto de poemas em ilustrações perfeitas e traz uma paz irreconhecível ao leitor. Sem mencionar o fato de conter letras azuis, sim, letras azuis em páginas amareladas!
Jandy Nelson criou um romance que retrata perfeitamente a dor diante da perda, a descoberta do amor e a luta pela felicidade.

Narrado em 1° pessoa o livro é dividido entre duas partes onde conhecemos Lenie Walker, uma jovem que vivia com a avó e a irmã Bailey desde o abandono de sua mãe.
De uma hora pra outra Lenie se vê perdida após a morte repentina de sua irmã. Ela acaba de perder não só um ente querido, mas também seu referencial em vários sentidos. Ela perdeu a sua irmã mais velha, a que era também sua melhor amiga, sua acolhedora, ponto de apoio e inspiração. E o que esperar de uma pessoa que perdeu tanto em tão pouco tempo? Este trágico acontecimento faz Lenie descobrir novos sentimentos e encontra dificuldades em lidar com eles, e como se não bastasse, ela se encontra num dilema amoroso dividida entre Joe Fontaine e Toby; um deles a tira da tristeza, o outro a consola.


“Eu deveria estar de luto, não me apaixonando…”


Por conter uma leitura muito gostosa e sensível, com “O céu está em todo lugar” o leitor consegue rir, chorar, torcer, se envolver e ficar tão preso na história a ponto de só conseguir parar de ler quando se dá por conta de que acabou, eu particularmente demorei um pouco porque não queria que a história chegasse ao fim.
A personagem se apresenta de uma forma muito “humana” pois os problemas que ela enfrenta e a maneira como passa por eles nos faz lembrar que todos estamos expostos a sofrer uma perda tão irreparável quando a dela.

Eu sou completamente apaixonada por este livro (em especial os poemas de Lenie), pois conta a história de um triângulo amoroso nascido inesperadamente através do sentimento que Lenie sente por sua irmã, Bailey, seu porto seguro. E nos mostra de maneira muito sublime como superar a dor de uma perda.
Não preciso dizer que super indico o livro, né?! Beijos, e até logo ☺




28.10.13

#12 Resenha - Cidade dos Ossos

Sinopse: Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando a jovem Clary decide ir para Nova York se divertir numa discoteca, ela nuca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.  
Autor: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 462
Gênero: Ficção estrangeira
Ano: 2010

               Cidade dos Ossos é o primeiro livro da série Os Instrumentos Mortais, da autora Cassandra Clare, publicado pela editora Galera Record no Brasil. Vou falar um pouquinho sobre o que eu achei desse livro.
               Eu amei! Já sou totalmente viciada na série. Nesse primeiro livro uma garota de 15 anos, Clary, vê sua vida mudar completamente após ter presenciado um assassinato na boate em que estava. Os assassinos? Jovens, tatuados e bonitos.
               Existem quatro tipos de seres:
- os mundanos (humanos normais que não possuem o dom da Visão)
- os seres do Submundo (são seres diferentes dos demônios, mas também não são mundanos. Podemos citar: vampiros, lobisomens, fadas e etc)
- os demônios (criaturas que só carregam o mal em si)
- os nephilim ou Caçadores de Sombras (descendentes de humanos e anjos tem como função proteger nosso mundo combatendo os demônios).
               Clary descobre que os jovens assassinos eram Caçadores de Sombras. Ela vai desvendando coisas sobre o seu passado durante o livro e percebe que tem mais relação com esse “novo mundo” do que imaginava.
               Em relação aos ambientes, a autora me fez soltar a criatividade e imaginar. Por ser narrada em terceira pessoa a visão da história é mais ampla, fazendo com que as cenas de ação e aventura fiquem mais emocionantes. Cidade dos Ossos não foi feito para quem só gosta de romance, pois essas partes são raras. É aquele tipo de livro que quando você pega não consegue parar mais de ler.
               Os personagens são incríveis! Clary não é uma protagonista que fica sempre de mi mi mi, não depende de um garoto para fazer tudo e isso me fez gostar dela. Não tenho palavras para descrever o quanto eu sou A-P-A-I-X-O-N-A-D-A pelo Jace *risos*, ele é lindo (pelo o que eu imaginei e foi descrito) e irônico na medida certa. Adoro os irmãos Lightwood e alguns dos seres do Submundo. O único que não me conquistou foi o Simon, as partes em que ele não apareceu foram as melhores para mim.
               Como vocês puderam perceber, só tenho elogios para esse livro, porém tenho que admitir que fiquei com raiva da Cassandra no final do livro pelo destino que ela deu aos personagens. O jeito é esperar para ver o que acontece na continuação. É uma leitura super-recomendada por mim, você não vai se arrepender. De 0 a 5 estrelas dou 5!




26.10.13

#11 Resenha - A probabilidade estatística do amor á primeira vista

Sinopse: Com uma certa atmosfera de "Um dia", mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.
Autor: Jennifer E. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 224
Gênero: Ficção estrangeira/Romance
Ano: 2013

Já imaginou se quatro minutos fossem capazes de mudar a sua vida?
Sim, é isso o que acontece com Hadley, nossa protagonista de 17 anos, que fora obrigada pela mãe a comparecer ao casamento de seu pai em Londres. Ainda inconsolada com o fato de o pai ter partido e destruído sua pequena família, agora ela teve que lidar também com o fato de ele estar se casando novamente. Planejando passar o menor tempo possível diante das festividades do casório, Hadley agendou sua viagem de modo que chegasse em Londres na manhã do evento, mas o inesperado acontece e, por culpa de meros quatro minutos de atraso, perde o avião e só vai poder embarcar horas mais tarde. É nesse meio tempo que ela conhece Oliver, um garoto britânico muito, muito fofo e gentil, que resolve ajudá-la com a bagagem.

Por ironia do destino -ou não-, ela e Oliver acabam sentando-se lado a lado no avião. Pelo fato de Hadley sofrer de claustrofobia, Oliver tenta distrai-lá relembrando fatos aleatórios de sua vida, onde passam todo o tempo conversando a ponto de Hadley duvidar que eles se conheciam apenas há algumas horas.

O enredo trás uma leitura leve e agradável com narração em terceira pessoa que transcorre em 24 horas. Jennifer E. Smith mostra como pouco tempo pode parecer uma eternidade e como os momentos vividos nesse decorrer podem mudar a forma de pensar ou simplesmente a vida de uma pessoa.

Por mais que o foco seja o romance entre os protagonistas, a relação de Hadley com o pai também recebe bastante destaque e essa foi uma das partes que mais gostei. Uma história simples, envolvente e ao mesmo tempo tocante, li resenhas em que criticavam a história chamando-a de clichê, sim, eu não descordo.

A probabilidade estatística do amor á primeira vista" é o livro perfeito pra quem acredita em destino, é também o tipo que de tão gostoso devoramos, e quando nos damos conta, chegou ao fim.
E você, acredita em amor á primeira vista? Já pensou na possibilidade? Eu pelo menos em parte não, mas claro, super indico a leitura.



22.10.13

#10 Resenha - Fuga de Rigel

Sinopse: Um dos maiores telecinéticos do planeta, aluno prodígio da Fundação Cosmos, o pequeno Rigel descobre que sua família ainda está viva, que seu pai o tinha como morto, e toda a vida que conheceu foi calcada em mentiras. Poderia escapar à telepatia de seus professores ou à clarividência dos amigos? Só há uma forma de evadir um paranormal- Teria de perder a si mesmo para reencontrar sua família. Seu pai não o compreenderia. Seus mestres o perseguiriam. Seus amigos seriam deixados para trás. Mas quando se viu cara a cara com aquela fotografia, sabia que havia apenas uma coisa a ser feita. Precisava fugir!
Autor: Diogo de Souza
Editora: Editora Isis
Páginas: 264
Gênero: Aventura / Ficção
Ano: 2012

Fuga de Rigel, leitura emocionante sobre um menino telecinéticos que descobre coisas horríveis sobre a fundação onde estuda e decide fugir de lá! Tem como não devorar? 

Iniciei a leitura fugindo junto com Rigel de uma instituição perigosa que cuida e treina crianças super poderosas! A Fundação Cosmos privou Rigel de conhecer seu pai na infância e escondeu isso o tempo todo do pequeno garoto, porém Rigel não aceitou e fugiu da instituição ao saber que seu pai estava vivo. O diretor da Fundação não gostou nada dessa história, e mandou professores ágeis para perseguir Rigel. 

De dentro da Fundação, sem saber, Rigel recebe ajuda de seus amigos que também são super poderosos. Poderes como: Sair do próprio corpo, ler as mentes, ter previsões, mover objetos, conversar por telepatia são coisas comuns na Fundação Cosmo.

Narrado em terceira pessoa, Fuga de Rigel tem um ritmo acelerado e me lembrou muito X-MEN.  Cada cena de ação (e olha tem que tem muitas), são descritas excelentemente! Gostei muito do nome de cada personagem: Todos receberam nomes de estrelas. Confesso que no começo não eu não conseguia entender a história por causa desses nomes peculiares, mas depois que você decora fica tudo mais fácil. 

O livro veio infelizmente amassado e manchado (Poxa Submarino... :'/), mas a Editora está de parabéns por esse livro tão legal. Encontrei alguns erros de português durante a leitura, mas eu não me vejo no direito de cobrar no que eu ainda peco... hahaha, mas vamos melhorando, né? Ah, e mais uma observação: Fuga de Rigel é surpreendente.





21.10.13

#9 Resenha - Diário de um Banana - Livros 1 e 2

Sinopse:
Não é fácil ser criança. E ninguém sabe disso melhor do que Greg Heffley, que se vê mergulhado no ensino fundamental, onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam.
Em Diário de um Banana, o autor e ilustrados Jeff Kinney nos apresenta um herói improvável.
Autor: Jeff Kinney
Editora: Vergara & Riba
Páginas: 217
Gênero: Comédia / Ilustração
Ano:2007

 Esse é o primeiro livro da série, mas antes de tudo quero compartilhar a minha alegria de poder ter lido Diário de um Banana. A cada página que eu abria, Jeff Kinney arrancava  muitas gargalhadas de mim e minha irmã mais nova ficava me olhando com uma cara de: "Esse é retardado."
Este é Manny, irmão mais novo do Greg.
Como o nome do livro diz, Diário de um Banana são relatos dos dias cômicos de Greg Heffley, um garoto que estuda no ensino fundamental e sonha ser popular. 

Greg estuda com seu amigo Rowley, um gordinho muito engraçado e original. Greg também tem que enfrentar valentões, seus pais e seus irmãos, a cada página uma situação nova aparece e Greg tem que ter muita paciência para lidar com tudo isso.

O diário apresenta ilustrações belíssimas e muito, muito criativas! Os traços são muito bem feitos, é como se os desenhos tivessem sido feitos por Greg (que narra o livro), assim podemos chegar mais perto deste amado personagem. Durante a leitura me lembrei muito do seriado Todo mundo odeia o Chris <3.

Vou ser sincero: Achei que a leitura de Diário de um Banana seria infantil e sem graça, me enganei. Esse livro é para todas as idades, meu pai gostou, minha irmã mais nova gostou e meus amigos gostaram e compraram também para si. A leitura é simples e fluiu muito rápida, em menos de 1 hora eu já tinha lido tudo (essa foi a pior parte, o livro acabou). Me identifiquei muito com cada situação apresentada no livro, eu ri bastante. Comprei esse livro na avon, e claro veio em edição econômica. Indico muito Diário de um banana a qualquer leitor. É um livro muito querido e especial, que você vai querer com toda certeza ter na sua estante.



Diário de um Banana 2 - Rodrick é o cara

Sinopse: Faça o que quiser, só não pergunte a Greg Heffley como foram suas férias de verão, porque ele realmente não quer falar sobre isso. De volta às aulas, Greg está ansioso para enterrar de vez os últimos três meses... e um acontecimento em particular. Mas seu irmão mais velho, Rodrick, não vai deixar que as coisas caiam no esquecimento assim tão fácil. Ele é testemunha de um "pequeno" incidente que Greg quer manter em sigilo. Mas sabe como são os segredos, né? Logo, logo estão na boca do povo, especialmente quando há um diário envolvido na confusão.
Autor: Jeff Kinney
Editora: Vergara & Riba
Páginas: 218
Gênero: Comédia / Ilustração
Ano:2008

Rodrick, irmão mais velho de Greg.
 O segundo livro da série traz um diferencial, mostra mas a relação de Greg com seus irmãos, e podemos conhecer melhor Rodrick, seu irmão mais velho que tem uma banda chamada: Frawda Cheia. A mãe de Greg quer que os filhos se aproximem, mas isso é bem difícil de acontecer.  Ela cria situações típicas de qualquer mãe para a aproximação dos filhos, mas nada dá certo. Manny também começa a falar e a dedurar seus irmãos, gostei muito de Manny e ele é o meu personagem preferido do livro.

Eu li Diário de um Banana 1 e tive uma experiência incrível durante a leitura, como eu citei acima, eu li muito rápido o primeiro livro e isso me deixou com gostinho de quero mais. Porém eu havia compro o segundo livro da série, e decidi fazer uma leitura diferencia, mais lenta... Li Diário de um Banana em dois dias para aproveitar melhor (sério). 

O segundo livro é tão engraçado quanto o primeiro, li alguns blogs que diziam ao contrário, mas eu não concordo. Diário de um Banana 2 me fez rir tanto, e até comprei o outro livro que ainda não chegou, mas que não vejo a hora de começar a ler.

É isso gente, Jeff Kinney é genial e merece muitas palmas por criar personagens tão legais, livros tão engraçados e histórias que te fazem rir.







                            

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